
O Grupo Amafil Alimentos – o maior do Brasil em sua atividade – iniciou a construção de uma unidade industrial em Umuarama. O lançamento oficial do empreendimento aconteceu no dia 20 de outubro em uma área localizada na Rodovia PR-468, na saída para Mariluz, a 5 quilômetros do Viaduto Dr. Wilson Nelli (PR-323).
Sócios-proprietários, o prefeito Fernando Scanavaca, vereadores e outras lideranças locais e regionais participaram do ato.
A indústria vai desenvolver a cadeia produtiva regional de mandioca, com previsão de processar até 800 toneladas da raiz por dia, com geração de 80 empregos diretos.
Maior processadora de mandioca do Brasil, com 11 unidades nos Estados do Paraná, Mato Grosso do Sul, Ceará e Alagoas, a Amafil produz cerca de 150 gêneros alimentícios e exporta para mais de 30 países, além de atender o território nacional.

“Iniciamos hoje um futuro brilhante e compartilhado com Umuarama. Serão 14 mil m² de área construída, com espaço para ampliações, e tudo possível graças à parceria com a administração pública e o setor produtivo”, disse a diretora administrativa Sandra Auzenir.
O empresário Manoel Antônio – conhecido como ‘Senhor Anésio’ – fundador da empresa, contou um pouco da história da Amafil, iniciada há 52 anos em Araruna (PR) e pouco depois em São Lourenço, distrito de Cianorte. “Hoje somos a maior moagem de mandioca do Brasil e uma das maiores do mundo. Por isso, contamos com a parceria dos produtores de Umuarama e região e agradecemos o apoio de todos que nos recebem”, disse.

O prefeito Fernando Scanavaca lembrou que a região de Umuarama é a segunda maior produtora de mandioca do Paraná e não contava com uma grande indústria no setor. “Agora realizamos esse sonho”, festejou, destacando o apoio de instituições locais de ensino superior na pesquisa e desenvolvimento da cultura e os benefícios da madiocultura para a agricultura como um todo – melhorando a fertilidade do solo, inclusive as pastagens.
Informou que a unidade local será o maior completo industrial de todo o grupo Amafil, antecipou os planos de processamento de milho e outros investimentos previstos que a indústria deve atrair para a cidade. “É um privilégio dar início a esta obra. Tenho certeza que os produtores estão felizes como eu estou, pois hoje a cultura da mandioca passa para um novo patamar, gerando mais empregos, renda no campo e desenvolvimento para nossa cidade”, completou







