O Curso de Operador de Suporte Médico foi desenvolvido pelo batalhão e é pioneiro no Estado. A capacitação envolve 66 profissionais das regionais da Secretaria da Saúde, todos já integrantes do trabalho aeromédico.“Fizemos operações como o rapel, vamos condicionar todos profissionais para estarem aptos para infiltração nas áreas remotas, que possam dar um suporte básico de vida como, por exemplo, em ribanceiras, buscando diminuir o sofrimento causado às vítimas”, complementou o capitão Andrey Muller Iark.
De acordo com ele, os exercícios foram preparados de forma que sejam o mais semelhantes possível à realidade que os profissionais vão encarar no atendimento das ocorrências. Os médicos e enfermeiros fizeram embarque a baixa altura, em terrenos que não permitam o pouso adequado; rapel, quando equipes médicas não conseguem pousar; e o salto em ambientação nos meios aquáticos.
(Assessoria)










