Umuarama

Umuarama – Obras de duplicação serão concluídas só no final do ano

Em 10 meses, obras não atingiram nem 50% de execução

E a conclusão das obras de dois viadutos e a duplicação de um pequeno trecho urbano da PR-323 em Umuarama ficou para o final deste ano – ou início de 2023. Nem as condições climáticas favoráveis (com pouca chuva) fizeram o serviço avançar dentro do cronograma previsto, e o ‘canteiro de obras’ permanecerá mais tempo aberto para servir de palanque, em ano eleitoral.

Em abril de 2021, autoridades políticas se reuniram em torno de uma pedra fincada no canteiro central da rodovia para lançamento oficial das obras de construção de dois viadutos e duplicação de 2 km de pista da PR-323. Em pronunciamentos, o governador Ratinho Junior e o secretário Sandro Alex (Infraestrutura e Logística) afirmaram que a conclusão do serviço tinha prazo determinado, de 12 meses. O que duplicou mesmo foi o tempo de execução das obras.

Mais tempo de obras e mais transtornos aos usuários e empresários.

Segundo informações do próprio Governo do Estado, em 10 meses a construção atingiu somente 43% de conclusão. E agora o término está previsto para novembro deste ano (previsão). Com a extensão do prazo aumenta também os transtornos para empresários que têm suas empresas instaladas às margens da rodovia, e também aos usuários da via.

Viadutos

Localizado a poucos metros do Aeroporto Regional e do Parque Industrial, o Trevo do Gauchão vai dar lugar a um viaduto de duas alças. O buraco está aberto e os operários trabalham na implantação de estruturas baixas. Na outra ponta da pista a ser duplicada, será construído outro viaduto, no trevo de acesso a Mariluz.

De acordo com o projeto, na altura do Trevo do Gauchão – km 300 – a rodovia será rebaixada de 7 a 8 metros, preservando o alinhamento e os acessos dos empreendimentos que ficam nas margens, e fazendo com que as trincheiras de acesso passem por cima da rodovia.

No trevo de acesso à Mariluz (PR-468), o chamado km 304, a PR-323 passará por cima da obra da trincheira, possibilitando que as marginais fiquem no nível atual.

Viaduto do Gauchão ainda não saiu do chão.

No trecho de 2,4 quilômetros haverá a duplicação e vias marginais. Após a trincheira no acesso a Mariluz a obra segue por uma extensão de 700 metros, com encerramento previsto para o km 304,1 da PR-323. Haverá ainda pelo menos uma passarela de estrutura metálica de pedestres na região do Campus do IFPR.

Essa duplicação será efetivada pelo alargamento da pista existente, o que minimiza o impacto às propriedades lindeiras e os custos com desapropriações. As vias marginais foram dispostas de forma a expandir e complementar as laterais. Elas terão como finalidade separar o tráfego local para o de longa distância, permitindo o disciplinamento dos pontos de ingresso e egresso da rodovia. Ao longo do trecho estão previstas diversas agulhas de entrada/saída.

  • Editoria Milênio
  • Gilson Abreu

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